Redes de Computadores

Secure Shell / SSH

Secure Shell ou SSH é, um programa de computador e um protocolo de rede que permite a conexão com outro computador na rede, de forma a executar comandos de uma unidade remota.

Possui as mesmas funções do TELNET, com a vantagem da conexão entre o cliente e o servidor ser criptografada.

Uma de suas mais utilizadas aplicações é o chamado Tunnelling, que oferece a capacidade de redirecionar pacotes de dados. Por exemplo, se alguém se encontra dentro de uma instituição cuja conexão à Internet é protegida por um firewall que bloqueia determinadas portas de conexão, não será possível, por exemplo, acessar e-mails via POP3, o qual utiliza a porta 110, nem enviá-los via SMTP, pela porta 25. As duas portas essenciais são a 80 para HTTP e a 443 para HTTPS. Não há necessidade do administrador da rede deixar várias portas abertas, uma vez que conexões indesejadas e que comprometam a segurança da instituição possam ser estabelecidas pelas mesmas.

Contudo, isso compromete a dinamicidade de aplicações na Internet. Um funcionário ou aluno que queira acessar painéis de controle de sites, arquivos via FTP ou amigos via mensageiros instantâneos não terá a capacidade de fazê-lo, uma vez que suas respectivas portas estão bloqueadas.

Para quebrar essa imposição rígida (mas necessária), o SSH oferece o recurso do Túnel. O processo se caracteriza por duas máquinas ligadas ao mesmo servidor SSH, que faz apenas o redirecionamento das requisições do computador que está sob firewall. O usuário envia para o servidor um pedido de acesso ao servidor pop.xxxxxxxx.com pela porta 443 (HTTPS), por exemplo. Então, o servidor acessa o computador remoto e requisita a ele o acesso ao protocolo, retornando um conjunto de pacotes referentes à aquisição. O servidor codifica a informação e a retorna ao usuário via porta 443. Sendo assim, o usuário tem acesso a toda a informação que necessita. Tal prática não é ilegal caso o fluxo de conteúdo esteja de acordo com as normas da instituição.

O SSH faz parte da suíte de protocolos TCP/IP que torna segura a administração remota de um servidor Unix.

Rede

Intranet by Rede on March 16th, 2008
Intranet é uma rede desenvolvida para processamento de informações em uma empresa ou organização.

Arquitetura by Rede on March 9th, 2008
Vários cientistas da computação consideram a Internet um "grande exemplo de um sistema de grande escala, bastante engenhado, ainda que muito complexo"[3].

Serviços Internet by Rede on March 9th, 2008
Correio eletrônico O conceito de enviar mensagens eletrónicas de maneira análoga ao correio tradicional foi uma das origens da Internet.

Redes de longa distância - WAN by Rede on June 9th, 2008
O Que é Wan ? Wide Area Network (WAN), Rede de área alargada ou Rede de longa distância, também conhecida como Rede geograficamente distribuída, é uma rede de computadores que abrange uma grande área geográfica, com freqüência um país ou continente.

Tutorial WireShark para monitoramento de rede by Rede on September 14th, 2007
Tutorial: Utilização do WireShark para monitoramento de rede.

Tutorial WireShark para monitoramento de rede

Tutorial: Utilização do WireShark para monitoramento de rede.
Utilização do Wideshark, como implantar uma ferramenta de monitoramento em uma rede, dicas de utilização de forma a identificar abusos.

Rede

CAN by Rede on June 9th, 2008
A CAN (Campus Area Network) é uma rede que usa ligações entre computadores localizados em áreas de edifícios ou prédios diferentes, como em campus universitários ou complexos industriais.

Intranet by Rede on March 16th, 2008
Intranet é uma rede desenvolvida para processamento de informações em uma empresa ou organização.

Redes de longa distância - WAN by Rede on June 9th, 2008
O Que é Wan ? Wide Area Network (WAN), Rede de área alargada ou Rede de longa distância, também conhecida como Rede geograficamente distribuída, é uma rede de computadores que abrange uma grande área geográfica, com freqüência um país ou continente.

Arquitetura Peer-to-Peer by Rede on March 10th, 2008
O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação.

Internet by Rede on March 9th, 2008
A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados.

Configuração DHCP no Windows 2003 Server

Configuração de DHCP no Windows Server 2003

Rede

DHCP by Rede on June 28th, 2007
DHCP é um conjunto de regras usadas por dispositivos de comunicação tais como um computador, router ou placa de rede permitindo a estes dispositivos pedir e obter endereços IP de um servidor contendo uma lista de endereços disponíveis para atribuição.

NAT

Em redes de computadores, NAT, Network Address Translation, também conhecido como masquerading é uma técnica que consiste em reescrever os endereços IP de origem de um pacote que passam sobre um router ou firewall de maneira que um computador de uma rede interna tenha acesso ao exterior (rede pública). Exemplo:

A estação com IP 192.168.1.13 faz uma requisição, por exemplo, para um endereço externo. O pacote sai com o IP da estação e corre em direção ao intermediador entre ambiente interno e externo, o gateway. O gateway, através do protocolo NAT mascara o IP da estação com seu IP (200.158.112.126 – que é válido na internet) assim fazendo com que o pacote seja entregue no destino solicitado pela estação. No retorno do pacote, ele parte do endereço externo, chega a nossa rede no servidor NAT (200.158.112.126) e lá é volta ater o IP da estação assim chegando à estação (192.168.1.13).

Esta foi uma medida de reação face à previsão da exaustão do espaço de endereçamento IP, e rapidamente adaptada para redes privadas também por questões econômicas (no início da Internet os endereços IP alugavam-se, quer individualmente quer por classes/grupos).

Um computador atrás de um router gateway NAT tem um endereço IP dentro de uma gama especial, própria para redes internas. Como tal, ao aceder ao exterior, o gateway seria capaz de encaminhar os seus pacotes para o destino, embora a resposta nunca chegasse, uma vez que os routers entre a comunicação não saberiam reencaminhar a resposta (imagine-se que um desses routers estava incluído em outra rede privada que, por ventura, usava o mesmo espaço de endereçamento). Duas situações poderiam ocorrer: ou o pacote seria indefinidamente reencaminhado, ou seria encaminhado para uma rede errada e jogado fora.

NATNetwork Address Translation, é a designaçao dada a técnica de conversão de endereços, quando se pretende que um pacote passe de uma rede privada para uma rede pública(internet)

DHCP

DHCP é um conjunto de regras usadas por dispositivos de comunicação tais como um computador, router ou placa de rede permitindo a estes dispositivos pedir e obter endereços IP de um servidor contendo uma lista de endereços disponíveis para atribuição.

O DHCP, Dynamic Host Configuration Protocol, é um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de endereços IP de host e outros parâmetros de configuração para clientes de rede. Este protocolo é o sucessor do BOOTP que, embora mais simples, tornou-se limitado para as exigências atuais. O DHCP surgiu como standard em Outubro de 1993. O RFC 2131 contém as especificações mais atuais (Março de 1997). O último standard para a especificação do DHCP sobre IPv6 (DHCPv6) foi publicado a Julho de 2003 como RFC 3315.

Resumidamente, o DHCP opera da seguinte forma:

    Um cliente envia um pacote broadcast (destinado a todas as máquinas) com um pedido DHCP.

    Os servidores DHCP que capturarem este pacote irão responder (se o cliente se enquadrar numa série de critérios) com um pacote com configurações onde constará, pelo menos, um endereço IP, uma máscara de rede e outros dados opcionais, como o gateway, servidores de DNS, etc.

O DHCP usa um modelo cliente-servidor, no qual o servidor DHCP mantém o gerenciamento centralizado dos endereços IP usados na rede.

Rede

Configuração DHCP no Windows 2003 Server by Rede on September 14th, 2007
Configuração de DHCP no Windows Server 2003 .

Básico sobre DNS – Domain Name System

A internet possui uma infinidade de sites e, para acessá-los, você digita um endereço no campo correspondente do seu navegador, por exemplo, www.google.com.br, www.yahoo.com.br e www.porrada.info . No entanto, o que o computador faz para encontrar esses sites quando você solicita? É neste ponto que “entra em cena” a tecnologia DNS.

O DNS (Domain Name System – Sistema de Nomes de Domínios) é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído operando segundo duas definições:

    Examinar e atualizar seu banco de dados.
    Resolver nomes de servidores em endereços de rede (Ips).

O sistema de distribuição de nomes de domínio foi introduzido em 1984 e com ele os nomes de hosts residentes em um banco de dados pôde ser distribuído entre servidores múltiplos, baixando assim a carga em qualquer servidor que provê administração no sistema de nomeação de domínios. Ele baseia-se em nomes hierárquicos e permite a inscrição de vários dados digitados além do nome do host e seu IP. Em virtude do banco de dados de DNS ser distribuído, seu tamanho é ilimitado e o desempenho não degrada tanto quando se adiciona mais servidores nele.

A implementação do DNS-Berkeley, foi desenvolvido originalmente para o sistema operacional BSD UNIX 4.3.

A implementação do Servidor de DNS Microsoft se tornou parte do sistema operacional Windows NT na versão Server 4.0. O DNS passou a ser o serviço de resolução de nomes padrão a partir do Windows 2000 Server Como a maioria das implementações de DNS teve suas raízes nas RFCs 882 e 883, e foi atualizado nas RFCs 1034 e 1035.

O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Num sistema livre o serviço é implementado pelo software BIND. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário.

O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário. Quando não é possível encontrar um domínio através do servidor primário o sistema tenta resolver o nome através do servidor secundário.

Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas Réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003.

Ou seja, os servidores de diretórios responsáveis por prover informações como nomes e endereços das máquinas são normalmente chamados servidores de nomes. Na Internet, os serviços de nomes usado é o DNS, que apresenta uma arquitetura cliente/servidor, podendo envolver vários servidores DNS na resposta a uma consulta.

RIP – Routing Information Protocol

O RIP foi desenvolvido pela Xerox Corporation no inicio dos anos 80 para ser utilizado nas redes Xerox Network Systems (XNS), e, hoje em dia, e’ o protocolo intradominio mais comum, sendo suportado por praticamente todos os fabricantes de roteadores e disponivel na grande maioria das versoes mais atuais do sistema operacional UNIX.

Um de seus beneficios e’ a facilidade de configuracao. Alem disso, seu algoritmo nao necessita grande poder de computacao e capacidade de memoria em roteadores ou computadores.

O protocolo RIP funciona bem em pequenos ambientes, porem apresenta serias limitacoes quando utilizado em redes grandes. Ele limita o numero de saltos (hops) entre hosts a 15 (16 e’ considerado infinito). Outra deficiencia do RIP e’ a lenta convergencia, ou seja, leva relativamente muito tempo para que alteracoes na rede fiquem sendo conhecidas por todos os roteadores. Esta lentidao pode causar loops de roteamento, por causa da falta de sincronia nas informacoes dos roteadores.

O protocolo RIP e’ tambem um grande consumidor de largura de banda, pois, a cada 30 segundos, ele faz um broadcast de sua tabela de roteamento, com informacoes sobre as redes e sub-redes que alcanca.

Por fim, o RIP determina o melhor caminho entre dois pontos, levando em conta somente o numero de saltos (hops) entre eles. Esta tecnica ignora outros fatores que fazem diferenca nas linhas entre os dois pontos, como: velocidade, utilizacao das mesmas (trafego) e toda as outras metricas que podem fazer diferenca na hora de se determinar o melhor caminho entre dois pontos. [RFC 1058]

Rede

Roteadores de Borda - Gateway Routers by Rede on May 28th, 2007
Roteadores de Borda (Gateway Routers), são roteadores responsáveis por conectar as ASs entre si, tem a tarefa adicional de ficar responsável por transmitir pacotes a destinos externos ao AS.

O Que é roteamento ? by Rede on June 1st, 2007
A Internet é uma colecao de redes interconectadas, e os pontos de ligacao sao os roteadores.

Protocolo de Roteamento Intra-Sistema Autônomo by Rede on May 28th, 2007
Protocolo de Roteamento Intra-Sistema Autônomo, é o nome dado ao algoritmo de roteamento que roda dentro de um AS.

Sistemas Autônomos by Rede on May 28th, 2007
Um Sistema Autônomo (AS) é um grupo de redes IP que é gerenciada por um ou mais operadores de rede que possuem uma clara e única política de roteamento, todos os roteadores dentro do mesmo AS rodam o mesmo algoritmo de roteamento e dispõem informações sobre cada um dos outros.

Roteamento Externo

Roteadores que trocam dados entre Sistemas Autônomos (SA) sao chamados de roteadores externos (exterior routers), e estes utilizam o Exterior Gateway Protocol (EGP) ou o BGP (Border Gateway Protocol). Para este tipo de roteamento são considerados basicamente colecoes de prefixos CIDR (Classless Inter Domain Routing) identificados pelo numero de um Sistema Autonomo.

Rede

O Que é roteamento ? by Rede on June 1st, 2007
A Internet é uma colecao de redes interconectadas, e os pontos de ligacao sao os roteadores.

RIP - Routing Information Protocol by Rede on June 21st, 2007
O RIP foi desenvolvido pela Xerox Corporation no inicio dos anos 80 para ser utilizado nas redes Xerox Network Systems (XNS), e, hoje em dia, e' o protocolo intradominio mais comum, sendo suportado por praticamente todos os fabricantes de roteadores e disponivel na grande maioria das versoes mais atuais do sistema operacional UNIX.

Roteamento Interno

Os roteadores utilizados para trocar informacoes dentro de Sistemas Autonomos sao chamados roteadores internos (interior routers) e podem utilizar uma variedade de protocolos de roteamento interno (Interior Gateway Protocols – IGPs). Dentre eles estao: RIP, IGRP, EIGRP, OSPF e Integrated IS-IS.

Firewall

Firewall é o nome dado ao dispositivo de uma rede de computadores que tem por função regular o tráfego de rede entre redes distintas e impedir a transmissão e/ou recepção de dados nocivos ou não autorizados de uma rede a outra. Dentro deste conceito incluem-se, geralmente, os filtros de pacotes e os proxy de protocolos.

É utilizado para evitar que o tráfego não autorizado possa fluir de um domínio de rede para o outro. Apesar de se tratar de um conceito geralmente relacionado a proteção de um sistema de dados contra invasões, o firewall não possui capacidade de analisar toda a extensão do protocolo, ficando geralmente restrito ao nível 4 da camada OSI.

O termo inglês firewall faz alusão comparativa à função que desempenha para evitar o alastramento de dados nocivos dentro de uma rede de computadores, da mesma forma que uma parede corta-fogo (firewall) evita o alastramento de incêndios pelos cômodos de uma edificação.

Existe na forma de software e hardware, ou na combinação de ambos. A instalação depende do tamanho da rede, da complexidade das regras que autorizam o fluxo de entrada e saída de informações e do grau de segurança desejado.

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