Redes de Computadores

Roteadores de Borda – Gateway Routers

Roteadores de Borda (Gateway Routers), são roteadores responsáveis por conectar as ASs entre si, tem a tarefa adicional de ficar responsável por transmitir pacotes a destinos externos ao AS.

Rede

Protocolo de Roteamento Intra-Sistema Autônomo by Rede on May 28th, 2007
Protocolo de Roteamento Intra-Sistema Autônomo, é o nome dado ao algoritmo de roteamento que roda dentro de um AS.

Sistemas Autônomos by Rede on May 28th, 2007
Um Sistema Autônomo (AS) é um grupo de redes IP que é gerenciada por um ou mais operadores de rede que possuem uma clara e única política de roteamento, todos os roteadores dentro do mesmo AS rodam o mesmo algoritmo de roteamento e dispõem informações sobre cada um dos outros.

O Que é roteamento ? by Rede on June 1st, 2007
A Internet é uma colecao de redes interconectadas, e os pontos de ligacao sao os roteadores.

RIP - Routing Information Protocol by Rede on June 21st, 2007
O RIP foi desenvolvido pela Xerox Corporation no inicio dos anos 80 para ser utilizado nas redes Xerox Network Systems (XNS), e, hoje em dia, e' o protocolo intradominio mais comum, sendo suportado por praticamente todos os fabricantes de roteadores e disponivel na grande maioria das versoes mais atuais do sistema operacional UNIX.

Protocolo de Roteamento Intra-Sistema Autônomo

Protocolo de Roteamento Intra-Sistema Autônomo, é o nome dado ao algoritmo de roteamento que roda dentro de um AS.

Rede

O Que é roteamento ? by Rede on June 1st, 2007
A Internet é uma colecao de redes interconectadas, e os pontos de ligacao sao os roteadores.

Roteadores de Borda - Gateway Routers by Rede on May 28th, 2007
Roteadores de Borda (Gateway Routers), são roteadores responsáveis por conectar as ASs entre si, tem a tarefa adicional de ficar responsável por transmitir pacotes a destinos externos ao AS.

Sistemas Autônomos by Rede on May 28th, 2007
Um Sistema Autônomo (AS) é um grupo de redes IP que é gerenciada por um ou mais operadores de rede que possuem uma clara e única política de roteamento, todos os roteadores dentro do mesmo AS rodam o mesmo algoritmo de roteamento e dispõem informações sobre cada um dos outros.

RIP - Routing Information Protocol by Rede on June 21st, 2007
O RIP foi desenvolvido pela Xerox Corporation no inicio dos anos 80 para ser utilizado nas redes Xerox Network Systems (XNS), e, hoje em dia, e' o protocolo intradominio mais comum, sendo suportado por praticamente todos os fabricantes de roteadores e disponivel na grande maioria das versoes mais atuais do sistema operacional UNIX.

Sistemas Autônomos

Um Sistema Autônomo (AS) é um grupo de redes IP que é gerenciada por um ou mais operadores de rede que possuem uma clara e única política de roteamento, todos os roteadores dentro do mesmo AS rodam o mesmo algoritmo de roteamento e dispõem informações sobre cada um dos outros.

A expressão Sistema Autônomo é frequentemente interpretada
erroneamente como sendo apenas uma maneira conveniente de agrupar redes que estão sobre o mesmo gerenciamento. Entretanto, se há mais de uma política de roteamento no grupo, mais de um AS é necessário. Por outro lado, se o grupo de redes possui a mesma política que outros grupos, esses estão dentro do mesmo AS independente da estrutura de gerenciamento. Desta maneira, por definição, todas as redes que compõem um AS compartilham a mesma polítca de roteamento.

Rede

Roteadores de Borda - Gateway Routers by Rede on May 28th, 2007
Roteadores de Borda (Gateway Routers), são roteadores responsáveis por conectar as ASs entre si, tem a tarefa adicional de ficar responsável por transmitir pacotes a destinos externos ao AS.

O Que é roteamento ? by Rede on June 1st, 2007
A Internet é uma colecao de redes interconectadas, e os pontos de ligacao sao os roteadores.

RIP - Routing Information Protocol by Rede on June 21st, 2007
O RIP foi desenvolvido pela Xerox Corporation no inicio dos anos 80 para ser utilizado nas redes Xerox Network Systems (XNS), e, hoje em dia, e' o protocolo intradominio mais comum, sendo suportado por praticamente todos os fabricantes de roteadores e disponivel na grande maioria das versoes mais atuais do sistema operacional UNIX.

Protocolo de Roteamento Intra-Sistema Autônomo by Rede on May 28th, 2007
Protocolo de Roteamento Intra-Sistema Autônomo, é o nome dado ao algoritmo de roteamento que roda dentro de um AS.

Transceptor

Um transceptor, em redes de dados informáticas, converte um tipo de sinal, ou um conector, em outro. Por exemplo, para conectar uma interface AUI de 15 pinos a um conector RJ45 ou para converter sinais elétricos em sinais ópticos. Ele é considerado um dispositivo da camada 1 (camada física), porque só considera os bits e não as informações de endereço ou protocolos de níveis superiores. Dado que determinados elementos do transceptor se utilizam tanto para a transmissão como para a recepção, a comunicção que provê um transceptor só pode ser semi-duplex, o que significa que pode enviar sinais entre dois terminais em ambos os sentidos, mas não simultaneamente.

Repetidor

Repetidor é um equipamento utilizado para interligação de redes idênticas, pois eles amplificam e regeneram eletricamente os sinais transmitidos no meio físico.

Os repetidores actuam na camada física, recebem todos os pacotes de cada uma das redes que ele interliga e os repete nas demais redes sem realizar qualquer tipo de tratamento sobre os mesmos. Não se pode usar muitos deste dispositivo em uma rede local, pois degeneram o sinal no domínio digital e causam problemas de sincronismo entre as interfaces de rede.

Fibra Optica

fibraoptica.jpgFibra óptica é um filamento, de vidro ou de materiais poliméricos, com capacidade de transmitir luz. Estes filamentos têm diâmetros variáveis, dependendo da aplicação, indo desde diâmetros ínfimos, da ordem de micra (mais finos que um fio de cabelo) até vários milímetros. A transmissão da luz pela fibra segue um mesmo princípio, independentemente do material usado ou da aplicação: é lançado um feixe de luz em uma extremidade da fibra, e pelas características ópticas do meio (fibra), esse feixe percorre a fibra através de consecutivas reflexões. A fibra possui no mínimo duas camadas: O núcleo e o revestimento. No núcleo ocorre a transmissão da luz propriamente dita, embora o revestimento não seja menos importante. A transmissão da luz dentro da fibra é possível graças a uma diferença de índice de refração entre o revestimento e o núcleo, sendo que o núcleo possui sempre um índice de refração mais elevado, característica que aliada ao ângulo de incidência do feixe de luz, possibilita o fenômeno da reflexão total.

As fibras ópticas são utilizadas como meio de transmissão de ondas eletromagnéticas (como a luz) uma vez que são transparentes e podem ser agrupadas em cabos. Estas fibras são feitas de plástico ou de vidro. O vidro é mais utilizado porque absorve menos as ondas electromagnéticas. As ondas electromagnéticas mais utilizadas são as correspondentes à gama da luz infravermelha.

O meio de transmissão por fibra óptica é chamado de “guiado”, porque as ondas eletromagnéticas são “guiadas” na fibra, embora o meio transmita ondas onidirecionais, contrariamente à transmissão “sem-fio”, cujo meio é chamado de “não-guiado”. Mesmo confinada a um meio físico, a luz transmitida pela fibra óptica proporciona o alcance de taxas de transmissão (velocidades) elevadíssimas, da ordem de dez elevado à nona potência a dez elevado à décima potência, de bits por segundo, com baixa taxa de atenuação por quilômetro. Mas a velocidade de transmissão total possível ainda não foi alcançada pelas tecnologias existentes. Como a luz se propaga no interior de um meio físico, sofrendo ainda o fenômeno de reflexão, ela não consegue alcançar a velocidade de propagação no vácuo, que é de 300.000 km/segundo, sendo esta velocidade diminuída consideravelmente (Na realidade a luz não abranda, mas percorre uma distancia maior visto que não vai em linha recta, mas sim aos zig zags).

Cabos fibra óptica atravessam oceanos. Usar cabos para conectar dois continentes separados pelo oceano é um projecto monumental. É preciso instalar um cabo com milhares de quilómetros de extensão sob o mar, atravessando fossas e montanhas submarinas. Nos anos 80, tornou-se disponível, o primeiro cabo fibra óptica intercontinental desse tipo, instalado em 1988, e tinha capacidade para 40.000 conversas telefónicas simultâneas usando tecnologia digital. Desde então, a capacidade dos cabos aumentou. Alguns cabos que atravessam o oceano Atlântico têm capacidade para 200 milhões de circuitos telefónicos!

Para transmitir dados pela fibra óptica, é necessário um equipamento especial chamado “infoduto”, que contém um componente fotoemissor, que pode ser um diodo emissor de luz (LED) ou um diodo laser. O fotoemissor converte sinais elétricos em pulsos de luz que representam os valores digitais binários (0 e 1).

Uma característica importante que torna a fibra óptica indispensável em muitas aplicações é o fato de não ser suscetível à interferência electromagnética, pela razão de que não transmite pulsos elétricos, como ocorre com outros tipos de meio de transmissão que empregam o fios metálicos, como o cobre.

Tipos de fibras

As fibras ópticas podem ser de basicamente de dois modos:
Monomodo (Transmite um feixe em linha reta, são mais finas, mais rápidas, transmitem em maiores distâncias porém são mais caras.)
Multimodo (apresentando diversas camadas de substâncias e índices de refração diferentes que ajudam na propagação da luz e combatem a perda de sinal (atenuação)).

O uso das fibras vai de acordo com o resultado que se quer obter e de quanto se dispõe para investir.

Rede

Cabo Coaxial by Rede on May 3rd, 2007
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Cabo Coaxial

cabocoaxial.jpegO cabo coaxial é um tipo de cabo condutor usado para transmitir sinais, a razão principal de sua utilização deve-se ao fato de poder reduzir os efeitos e sinais externos sobre os sinais a transmitir , por fenómenos de IEM ( Interferência Electro Magnética).

O cabo coaxial é constituído por um fio de cobre condutor revestido por um material isolante e parrodeado duma blindagem. Este meio permite transmissões até frequências muito elevadas e isto para longas distâncias.

Possui vantagens em relação aos outros condutores utilizados tradicionalmente em linhas de transmissão por causa de sua blindagem adicional, que o protege contra o fenómeno da indução, causado por interferências elétricas ou magnéticas externas. Essa blindagem constitui-se de uma malha metálica (condutor externo) que envolve um condutor interno isolado.

Os cabos coaxiais geralmente são usados em múltiplas aplicações desde áudio ate ás linhas de transmição de frequênias da ordem dos Giga Hertz . A velocidade de transmissão é bastante elevada devido a tolerância aos ruídos graças a malha de proteção desses cabos.

Entendendo algumas diferenças entre as novas e velhas placas de rede.

Entendendo algumas diferenças entre as novas e velhas placas de rede.

Rede

Tutorial WireShark para monitoramento de rede by Rede on September 14th, 2007
Tutorial: Utilização do WireShark para monitoramento de rede.

Configuração DHCP no Windows 2003 Server by Rede on September 14th, 2007
Configuração de DHCP no Windows Server 2003 .

Hub – Concentrador

4_port_netgear_ethernet_hub.jpg Concentrador, também conhecido por HUB na linguagem de informática é o aparelho responsável por interligar diversas máquinas (computadores) que pode ligar externamente redes TAN, LAN, MAN e WAN.

O Hub é indicado para redes com poucos terminais de rede, pois o mesmo não comporta um grande volume de informações passando por ele ao mesmo tempo devido sua metodologia de trabalho por broadcast, que envia a mesma informação dentro de uma rede para todas as máquinas interligadas. Devido a isto, sua aplicação para uma rede maior é desaconselhada, pois geraria lentidão na troca de informações.

Um concentrador se encontra na primeira camada do modelo OSI, por não poder definir para qual computador se destina a informação, ele simplesmente a replica.

Rede

Cabo Coaxial by Rede on May 3rd, 2007
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Fibra Optica by Rede on May 3rd, 2007
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História Redes de Computadores

Antes do advento das redes de computadores baseadas em algum tipo de sistema de telecomunicação, a comunicação entre máquinas calculadoras e computadores antigos era realizada por usuários humanos através do carregamento de instruções entre eles.

Em setembro de 1940, George Stibitz usou uma máquina de teletipo para enviar instruções para um conjunto de problemas a partir de seu Model K na Faculdade de Dartmouth em Nova Hampshire para a sua Calculadora de Números Complexos em Nova Iorque e recebeu os resultados de volta pelo mesmo meio. Conectar sistemas de saída como teletipos a computadores era um interesse na Advanced Research Projects Agency (ARPA) quando, em 1962, J. C. R. Licklider foi contratado e desenvolveu um grupo de trabalho o qual ele chamou de a “Rede Intergaláctica”, um precursor da ARPANet.

Em 1964, pesquisadores de Dartmouth desenvolveram o Sistema de Compartilhamento de Tempo de Dartmouth para usuários distribuídos de grandes sistemas de computadores. No mesmo ano, no MIT, um grupo de pesquisa apoiado pela General Electric e Bell Labs usou um computador (DEC’s PDP-8) para rotear e gerenciar conexões telefônicas.

Durante a década de 1960, Leonard Kleinrock, Paul Baran e Donald Davies, de maneira independente, conceituaram e desenvolveram sistemas de redes os quais usavam datagramas ou pacotes, que podiam ser usados em uma rede de comutação de pacotes entre sistemas de computadores.

Em 1969, a Universidade da Califórnia em Los Angeles, SRI (em Stanford), a Universidade da Califórnia em Santa Bárbara e a Universidade de Utah foram conectadas com o início da rede ARPANet usando circuitos de 50 kbits/s.

Redes de computadores e as tecnologias necessárias para conexão e comunicação através e entre elas continuam a comandar as indústrias de hardware de computador, software e periféricos. Essa expansão é espelhada pelo crescimento nos números e tipos de usuários de redes, desde o pesquisador até o usuário doméstico.

Atualmente, redes de computadores são o núcleo da comunicação moderna. O escopo da comunicação cresceu significativamente na década de 1990 e essa explosão nas comunicações não teria sido possível sem o avanço progressivo das redes de computador.

Fonte: Wikipedia

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