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	<title>Rede - Redes de Computadores &#187; Redes de Computadores</title>
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		<title>Protocolo TCP/IP</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 14:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rede</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O protocolo TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol) é um conjunto de protocolos que podem ser utilizados sobre qualquer estrutura de redes, desde uma simples conexão entre duas máquinas, como uma rede complexa (rede de pacotes). Ele é suportado por redes do tipo Ethernet, Token-Ring, FDDi, PPP, ATM, X.25, Frame-Relay e se adapta a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O protocolo <strong>TCP/IP</strong> (Transmission Control Protocol / Internet Protocol) é um<br />
conjunto de protocolos que podem ser utilizados sobre qualquer estrutura de redes,<br />
desde uma simples conexão entre duas máquinas, como uma rede complexa (rede<br />
de pacotes). Ele é suportado por redes do tipo Ethernet, Token-Ring, FDDi, PPP,<br />
ATM, X.25, Frame-Relay e se adapta a diversos meios físicos, como satélites ou<br />
linha discada.</p>
<p>Considerando o modelo OSI, o TCP/IP também utiliza o conceito de camadas,<br />
sendo estas: Aplicação, Transporte, Inter-rede e Rede.</p>
<p><strong>Camada de rede:</strong> Também denominada Host/Rede. Esta camada é<br />
responsável pela transmissão dos datagramas, que são gerados na camada Interrede,<br />
realizando o mapeamento de endereços da camada inter-rede para o<br />
endereço da rede.</p>
<p>Os principais protocolos suportados nesta camada são: Ethernet, PPP,<br />
Token-Ring, FDDI, HDLC, SLIP, X.25, Frame Relay, ATM, etc.</p>
<p><strong>Camada Inter-rede:</strong> Responsável pela comunicação entre as máquinas<br />
através do protocolo IP. O reconhecimento de cada máquina é realizado pelo<br />
identificador denominado endereço IP.<br />
O protocolo IP realiza a função mais importante da camada, que é a própria<br />
comunicação inter-redes, através do roteamento, que designa a função de<br />
transportar as mensagens entre as redes e de decidir qual será o caminho na rede<br />
para que a mensagem chegue ao destino.</p>
<p><strong>Camada de transporte:</strong> Responsável por manter a conversação entre a<br />
origem e o destino da mensagem, sem levar em conta os demais níveis.<br />
Nesta camada são utilizados dois protocolos: O UDP (User Datagram<br />
Protocol), ou o TCP (Transmition Control Protocol), conforme requisitar a aplicação.<br />
O UDP caracteriza-se por ser um protocolo sem conexão, não confiável. Por<br />
estes motivos, é mais utilizado em aplicações onde a velocidade da entrega dos<br />
dados é mais importante do que a qualidade com que os dados são entregues.<br />
O TCP caracteriza-se por ser um protocolo com conexão confiável, para<br />
permitir que os dados sejam entregues sem erro. O TCP controla o fluxo da<br />
informação, o controle de erros de transmissão, a sequenciação e a multiplexação<br />
dos dados.</p>
<p><strong>Camada de Aplicação:</strong> Contém os protocolos básicos, que são responsáveis<br />
pelo sistema de comunicação do TCP/IP, como o DNS, ou pelos protocolos que fornecem os serviços para os usuários, entre os quais podemos citar: FTP, HTTP,<br />
Telnet, SMTP, POP3, Gopher, etc.</p>
<div id="crp_related"><h2>Redes de Computadores</h2><ul><li><a href="http://www.redesbr.com/internet/arquitetura.html" rel="bookmark" class="crp_title">Arquitetura</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/classificacao/arquitetura-de-rede.html" rel="bookmark" class="crp_title">Arquitetura de Rede</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/lan/componentes-de-uma-lan.html" rel="bookmark" class="crp_title">Componentes de uma LAN</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/dhcp/dhcp.html" rel="bookmark" class="crp_title">DHCP</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/firewall/firewall.html" rel="bookmark" class="crp_title">Firewall</a></li></ul></div><h1>Redes:</h1><ul><li>apostila de tcp ip</li><li>camada inter rede</li><li>componentes pppoe delphi</li><li>o que é protocolo tcp/ip</li><li>protocolo tcp</li><li>smtp telnet ftp dns apostila free download</li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>LAN</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 17:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rede</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em computação, LANs (acrônimo de Local Area Network, &#8220;rede de área local&#8221; ) são redes utilizadas na interconexão de equipamentos processadores com a finalidade de troca de dados. Tais redes são denominadas locais por cobrirem apenas uma área limitada (10 Km no máximo, quando passam a ser denominadas WANs ), visto que, fisicamente, quanto maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em computação, LANs (acrônimo de Local Area Network, &#8220;rede de área local&#8221; ) são redes utilizadas na interconexão de equipamentos processadores com a finalidade de troca de dados. Tais redes são denominadas locais por cobrirem apenas uma área limitada (10 Km no máximo, quando passam a ser denominadas WANs ), visto que, fisicamente, quanto maior a distância de um nó da rede ao outro, maior a taxa de erros que ocorrerão devido à degradação do sinal.</p>
<p>As LANs são utilizadas para conectar estações, servidores, periféricos e outros dispositivos que possuam capacidade de processamento em uma casa, escritório, escola e edifícios próximos.</p>
<div id="crp_related"><h2>Redes de Computadores</h2><ul><li><a href="http://www.redesbr.com/bluetooth/rede-de-area-pessoal.html" rel="bookmark" class="crp_title">Rede de área pessoal</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/rede-de-computador/redes-de-longa-distancia-wan.html" rel="bookmark" class="crp_title">Redes de longa distância &#8211; WAN</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/lan/componentes-de-uma-lan.html" rel="bookmark" class="crp_title">Componentes de uma LAN</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/classificacao/por-extensao-geografica.html" rel="bookmark" class="crp_title">Por extensão geográfica</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/redes/internet-sem-fio.html" rel="bookmark" class="crp_title">Internet sem fio</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aula de VNC &#8211; ACESSO REMOTO UTILIZANDO REAL VNC</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 03:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rede</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como usar o VNC Aula de VNC &#8211; ACESSO REMOTO UTILIZANDO REAL VNC MESMO COM FIREWALL LIGADO, Real VNC Free Edition, VNC Freeware, Remote Desktop, Manutenção Remota, Leandro Ramos, Vídeo Aula de VNC, www.PROFESSORRAMOS.COM, VNC PTBR, Como usar o VNC, Como fazer acesso Remoto, Como acessar outro windows remotamente Redes de ComputadoresVNC &#8211; ACESSO REMOTO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Como usar o VNC</h2>
<p>Aula de VNC &#8211; ACESSO REMOTO UTILIZANDO REAL VNC MESMO COM FIREWALL LIGADO, Real VNC Free Edition, VNC Freeware, Remote Desktop, Manutenção Remota, Leandro Ramos, Vídeo Aula de VNC, www.PROFESSORRAMOS.COM, VNC PTBR, Como usar o VNC, Como fazer acesso Remoto, Como acessar outro windows remotamente</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bIQOVPjM8Ks&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bIQOVPjM8Ks&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Video aula de redes server 2003 DHCP</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 10:45:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Video aula de redes server 2003 DHCP por Akbar Miranda Video aula sobre os principais serviços do Windows Server 2003 por Akbar Miranda &#8211; DHCP Redes de ComputadoresConfiguração DHCP no Windows 2003 ServerWindows 7, Como desfragmentar o disco do seu computadorPasta Invisível no DesktopComo montar uma Rede Sem Fio P2Como configurar rede sem fio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Video aula de redes server 2003 DHCP por Akbar Miranda<br />
</strong></p>
<p>Video aula sobre os principais serviços do Windows Server 2003 por Akbar Miranda &#8211; DHCP</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QonkM5EkuQc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QonkM5EkuQc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<div id="crp_related"><h2>Redes de Computadores</h2><ul><li><a href="http://www.redesbr.com/dhcp/configuracao-dhcp-no-windows-2003-server.html" rel="bookmark" class="crp_title">Configuração DHCP no Windows 2003 Server</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/computador/windows-7-como-desfragmentar-o-disco-do-seu-computador.html" rel="bookmark" class="crp_title">Windows 7, Como desfragmentar o disco do seu computador</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/dicas/pasta-invisivel-no-desktop.html" rel="bookmark" class="crp_title">Pasta Invisível no Desktop</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/redes-sem-fios/como-montar-uma-rede-sem-fio-p2.html" rel="bookmark" class="crp_title">Como montar uma Rede Sem Fio P2</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/configurar-rede/como-configurar-rede-sem-fio.html" rel="bookmark" class="crp_title">Como configurar rede sem fio</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 04:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rede</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede. Porém, além de um grande re-trabalho, estes esforços em requisitos não-funcionais das aplicações implicavam na impossibilidade de comunicação entre [...]]]></description>
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<div class="thumb tnone">
<div class="thumbinner" style="width: 578px;">
<p><strong><span class="mw-headline">Plataformas, <em>Frameworks</em> e Aplicações <em>Peer-to-Peer</em></span></strong></div>
</div>
</div>
<p>Inicialmente, as aplicações <em>Peer-to-Peer</em> surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação <em>Peer-to-Peer</em> para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede. Porém, além de um grande re-trabalho, estes esforços em requisitos não-funcionais das aplicações implicavam na impossibilidade de comunicação entre sistemas diferentes, mesmo que os serviços providos por eles fossem equivalentes. Por exemplo, arquivos compartilhados em sistemas como o Kazaa, eMule e Gnutella ficam acessíveis exclusivamente dentro de suas próprias redes, levando usuários a manterem instalados em suas máquinas clientes para cada um dos sistemas de compartilhamento de arquivos que pretenda usar.</p>
<p>Com a popularização deste tipo de aplicação, surgiu um esforço em prover plataformas para desenvolvimento de aplicações <em>Peer-to-Peer</em>, de tal maneira que estas possam comunicar-se entre si. Entre elas, destacam-se o JXTA, o Windows Peer-to-Peer Networking e o XNap.</p>
<p>O JXTA e o Windows Peer-to-Peer Networking são especificações de protocolos <em>Peer-to-Peer</em> e de uma API para utilização dos serviços, sendo o primeiro com implementações em Java e em C.</p>
<p>O XNap provê, além de uma API de serviços <em>Peer-to-Peer</em>, também um <em>framework</em> para desenvolvimento das aplicações em si, incluindo recursos de interface gráfica com o usuário. Um Framework Peer-to-Peer, portanto, vai além de uma plataforma para comunicação <em>Peer-to-Peer</em>, provendo serviços adicionais não necessariamente relacionados com a comunicação em si, mas indispensáveis para o desenvolvimento rápido de aplicações baseadas nesta arquitetura.</p>
<p>Outros exemplos de <em>frameworks</em> para desenvolvimento de aplicações <em>Peer-to-Peer</em> são o Oog (Duke University), o Lancaster´s P2P Framework (University of Lancaster) e o COPPEER (UFRJ), sendo os dois últimos abstrações construídas sobre o JXTA.</p>
<h3><span class="mw-headline">Kademlia</span></h3>
<p>Kademlia é conceito de rede altamente descentralizada baseada em &#8220;nós&#8221; de rede. Os próprios usuários constituem a estrutura da rede dispensando servidores. Várias redes utilizam o conceito Kademlia.</p>
<h4><span class="mw-headline">Overnet</span></h4>
<p>A rede Overnet é uma espécie de eDonkey &#8220;paga&#8221;. É preciso comprar o programa da empresa que a desenvolveu. É uma variante do eDonkey totalmente descentralizada e mais rápida seguindo o conceito Kademlia e foi a primeira implementação da mesma.</p>
<h4><span class="mw-headline">Gnutella</span></h4>
<p>Rede <em>open-source</em> surgida no final de 2000 utilizada inicialmente por usuários do sistema Linux. Possui uma estrutura altamente descentralizada não havendo mesmo nenhum servidor central sequer. Os usuários constituem a estrutura da própria rede. Entre os programas que a utilizam, estão o <strong>BearShare</strong> , <strong>LimeWire</strong>, <strong>Azureus</strong> e agora o <strong>Shareaza</strong>.</p>
<h4><span class="mw-headline">Gnutella 2</span></h4>
<p>Segundo projeto da rede Gnutella mas agora com servidores centrais optimizando buscas e o desempenho geral da rede. É conhecida principalmente no programa <strong>Shareaza</strong>. Recebeu críticas quando foi criada pelos criadores da Gnutella original.</p>
<h4><span class="mw-headline">Kad Network</span></h4>
<p>Rede paralela do programa eMule introduzida pelo autor deste em 2004; é uma implementação fiel ao conceito Kademlia. Essa rede tinha por objetivo inicial oferecer mais fontes aos usuários do programa e mais tarde se tornar uma rede P2P completa.</p>
<h3><span class="mw-headline">OpenFT</span></h3>
<p>OpenFT é um protocolo desenvolvido pelo projeto giFT. O nome &#8220;OpenFT&#8221; significa &#8220;Open FastTrack&#8221;. Entretanto, o OpenFT é um protocolo completamente novo, apenas algumas poucas vieram do pouco que se sabia sobre a FastTrack quando o OpenFT foi desenvolvido. Assim como a FastTrack, o OpenFT é uma rede onde nodos enviam listas de arquivos compartilhados para outros nodos. Isso reduz o consumo de banda necessário para a pesquisa, entretanto, consumindo mais recursos do processador e mémoria nos nodos.</p>
<h3><span class="mw-headline">AudioGalaxy</span></h3>
<p>Projeto antigo da empresa de mesmo nome, o Audiogalaxy centralizava todo o seu acervo indexando-o em seu sítio oficialmente. Foi facilmente fechada por um processo judicial na Inglaterra. Era uma implementação de FTPs sendo mais superficial ao usuário.</p>
<h3><span class="mw-headline">SoulSeek</span></h3>
<p>Rede introduzida para trocas de músicas em 2000. Utiliza programa de mesmo nome. Caracteriza-se pelo fato de ter um grande número de arquivos raros, e principalmente música alternativa. O programa cliente tem uma interface simplificada, e permite a adição de usuários em uma <em>hotlist</em>, ou seja, uma lista de contatos que permite saber quando um usuário que tem arquivos relevantes está conectado à rede. Também há na rede SoulSeek um serviço de bate-papo (<em>chat</em>) parecido com o IRC, que possibilita uma melhor interação entre os usuários, que também podem criar seus próprios canais de <em>chat</em>.</p>
<h3><span class="mw-headline">DNS</span></h3>
<p>O DNS (Domain Name System &#8211; Sistema de Nomes de Domínios) é um exemplo de sistema que mistura os conceitos de rede peer-to-peer com um modelo hierárquico de posse da informação. O mais incrível do DNS é quão bem ele tem escalado, dos poucos milhares de hospedeiros que ele foi projetado para suportar, em 1983, para as centenas de milhões de hospedeiros atualmente na Internet. Os problemas encontrados pelas aplicações P2P atuais, tais como compartilhamento de arquivos, são os mesmos problemas que foram resolvidos pelo DNS há 10 ou 15 anos atrás. Assim, vários elementos-chave no projeto do DNS são replicados nos sistemas distribuídos atuais. Um elemento é que hospedeiros podem operar tanto como clientes quanto como servidores. O segundo elemento é um método natural de propagar as requisições de dados pela rede. A carga é naturalmente distribuída pela rede, tanto que qualquer servidor individual de nomes só precisa servir as demandas dos seus clientes e o espaço de nomes que ele gerencia.</p>
<h3><span class="mw-headline">BitTorrent</span></h3>
<p>BitTorrent é um sistema de <em>download</em> de arquivos P2P. A idéia basica é que quando um usuário procura por um arquivo, ele baixa &#8220;pedaços&#8221; do arquivo de outros usuários até que o arquivo fique completo. Um importante objetivo de projeto foi garantir colaboração. Na maioria dos sistemas de compartilhamento de arquivo, uma fração significante dos usuários somente baixa os arquivos e contribuem perto de nada . Para isso, um arquivo pode ser baixado somente quando o cliente que está baixando também está provendo conteúdo para alguém.</p>
<h3><span class="mw-headline">Redes, protocolos e aplicativos</span></h3>
<ul>
<li>Ares: Ares Galaxy, Warez P2P, AlterGalaxy</li>
<li>BitTorrent: AllPeers, ABC [Yet Another BitTorrent Client], Azureus, BitComet, BitSpirit, BitTornado, BitLord, Burst!, G3 Torrent, KTorrent, mlMac, MLDonkey, QTorrent, Shareaza, Transmission,Tribler, µTorrent</li>
<li>CSpace: Uma rede peer-to-peer baseda em sistemas de comunicações</li>
<li>Direct Connect: DC++, NeoModus Direct Connect, BCDC++, ApexDC++, StrongDC++</li>
<li>Domain Name System</li>
<li>eDonkey: aMule, eDonkey2000 (descontinuado), eMule, DreaMule, LMule, MLDonkey, mlMac, Shareaza, xMule, iMesh</li>
<li>FastTrack: AlterGalaxy, giFT, Grokster, iMesh, iMesh Light (sem adware), Kazaa, Kazaa Lite (sem adware), KCeasy, Mammoth, MLDonkey, mlMac, Poisoned</li>
<li>Freenet: Entropy (em sua própria rede), Freenet</li>
<li>GNUnet: GNUnet, (GNUnet-gtk)</li>
<li>Gnutella: AlterGalaxy, Acquisition, BearShare, Cabos, Gnucleus, Grokster, iMesh, gtk-gnutella, Kiwi Alpha, LimeWire, FrostWire, MLDonkey, mlMac, Morpheus, Phex, Poisoned, Swapper, Shareaza, XoloX</li>
<li>Gnutella2: Adagio, Caribou, Gnucleus, iMesh, Kiwi Alpha, MLDonkey, mlMac, Morpheus, Shareaza, TrustyFiles</li>
<li>Kad (rede) (usando o protocolo Kademlia): aMule, eMule, MLDonkey</li>
<li>MANOLITO/MP2P: Blubster, Piolet</li>
<li>MFPnet: Amicima</li>
<li>Napster: Napigator, OpenNap, WinMX</li>
<li>P2PTV type networks: TVUPlayer, CoolStreaming, Cybersky-TV, TVants</li>
<li>Peercasting type networks: PeerCast, IceShare, FreeCast</li>
<li>Pichat protocolo: Pichat, Pidgin, Moonchat, C4</li>
<li>SoulSeek: SoulSeek, Nicotine</li>
<li>Usenet</li>
<li>WPNP: WinMX</li>
<li>ZPoC</li>
</ul>
<h2><span class="mw-headline">Direitos Autorais</span></h2>
<ul>
<li>As redes P2P são acusadas no mundo todo de ferir os direitos autorais, por disponibilizar arquivos sem a autorização dos proprietários do copyright. Muitos usuários destas redes P2P defendem que a ausência de lucro na reprodução do copyright não deveria ser criminalizado. No Brasil, a lei dos direitos autorais, proíbe qualquer tipo de reprodução de conteúdo protegido que não seja autorizado (art. 105).</li>
</ul>
<h3><span class="mw-headline">Caso do Napster</span></h3>
<p>Os desenvolvedores do Napster argumentaram que eles não eram culpados pelo infrigimento dos direitos autorais porque eles não participavam do processo de cópia, que foi interamente realizado por máquinas de usuários. Esse argumento foi derrubado porque os servidores de indexação foram anexados como parte essencial do processo. Como esses servidores eram localizados em endereços conhecidos, os seus operadores foram incapazes de se manterem anônimos e então se tornaram alvos dos processos.</p>
<p>Um sistema de compartilhamento mais distribuído teria alcançado uma maior separação legal de responsabilidades, distribuindo a responsabilidade entre todos os usuários do Napster, e tornando o processo muito difícil, senão impossível.</p>
<p>Qualquer que seja a visão que alguém tenha sobre a legitimidade de cópia de arquivos para o propósito de compartilhamento de material protegido por direitos autorais, existe uma legítima justificativa social e política para a anonimidade de clientes e servidores em alguns contextos de aplicações. A justificativa mais persuativa é usada quando anonimidade é utilizada para superar censura e manter a liberdade de expressão para indivíduos em sociedades e organizações opressivas.</p>
<div id="crp_related"><h2>Redes de Computadores</h2><ul><li><a href="http://www.redesbr.com/arquitetura-peer-to-peer/arquitetura-peer-to-peer.html" rel="bookmark" class="crp_title">Arquitetura Peer-to-Peer</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/p2p/p2p-peer-to-peer.html" rel="bookmark" class="crp_title">P2P / Peer-to-Peer</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/p2p/requisitos-de-uma-aplicacao-peer-to-peer.html" rel="bookmark" class="crp_title">Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/p2p/redes-p2p-estruturadas-e-nao-estruturadas.html" rel="bookmark" class="crp_title">Redes P2P estruturadas e não-estruturadas</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/bluetooth/o-que-e-ipad.html" rel="bookmark" class="crp_title">O que é iPad</a></li></ul></div><h1>Redes:</h1><ul><li>direitos autorais e compartilhamento em rede</li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>CAN</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 16:33:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A CAN (Campus Area Network) é uma rede que usa ligações entre computadores localizados em áreas de edifícios ou prédios diferentes, como em campus universitários ou complexos industriais. Deve também usar links (ligações) típicos de LANs (Local Area Networks) ou perde-se seu caráter de CAN para tornar-se uma MAN ou WAN, dependendo de quem seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A CAN (Campus Area Network) é uma rede que usa ligações entre computadores localizados em áreas de edifícios ou prédios diferentes, como em campus universitários ou complexos industriais.</p>
<p>Deve também usar links (ligações) típicos de LANs (Local Area Networks) ou perde-se seu caráter de CAN para tornar-se uma MAN ou WAN, dependendo de quem seja o dono do link usado.</p>
<div id="crp_related"><h2>Redes de Computadores</h2><ul><li><a href="http://www.redesbr.com/classificacao/por-extensao-geografica.html" rel="bookmark" class="crp_title">Por extensão geográfica</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/rede-de-computador/redes-de-longa-distancia-wan.html" rel="bookmark" class="crp_title">Redes de longa distância &#8211; WAN</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/man/man-rede-de-area-metropolitana.html" rel="bookmark" class="crp_title">MAN  &#8211; Rede de área metropolitana</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/lan/lan.html" rel="bookmark" class="crp_title">LAN</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/redes-sem-fios/rede-sem-fios.html" rel="bookmark" class="crp_title">Rede sem fios</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Intranet</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 16:05:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Intranet é uma rede desenvolvida para processamento de informações em uma empresa ou organização. Seu uso inclui serviços como distribuição de documentos e software, acesso a bancos de dados e treinamento. Uma intranet é assim chamada porque ela geralmente emprega aplicativos associados à Internet, como páginas da Web, navegadores da Web, sites FTP, Correio Eletrônico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Intranet</strong> é uma rede desenvolvida para processamento de informações em uma<br />
empresa ou organização. Seu uso inclui serviços como distribuição de documentos e<br />
software, acesso a bancos de dados e treinamento.</p>
<p>Uma intranet é assim chamada porque ela geralmente emprega aplicativos associados à Internet, como páginas da Web, navegadores da Web, sites FTP, Correio Eletrônico, grupos de notícias e listas de distribuição, acessíveis somente às<br />
pessoas que fazem parte da empresa.</p>
<div id="crp_related"><h2>Redes de Computadores</h2><ul><li><a href="http://www.redesbr.com/internet/internet.html" rel="bookmark" class="crp_title">Internet</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/internet/servicos-internet.html" rel="bookmark" class="crp_title">Serviços Internet</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/rede-de-computador/redes-de-longa-distancia-wan.html" rel="bookmark" class="crp_title">Redes de longa distância &#8211; WAN</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/internet/arquitetura.html" rel="bookmark" class="crp_title">Arquitetura</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/p2p/p2p-peer-to-peer.html" rel="bookmark" class="crp_title">P2P / Peer-to-Peer</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Arquitetura Peer-to-Peer</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 03:03:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação. Por outro lado, redes como Gnutella e Freenet usam uma arquitetura Peer-to-Peer pura, sem nenhuma centralização de tarefas. Aparentemente mal empregado, o termo Peer-to-Peer, quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Napster e outras aplicações intituladas Peer-to-Peer, tais como o IRC e o ICQ, são baseadas em uma arquitetura cliente/servidor, pelo menos para algumas tarefas críticas, como indexação de informação. Por outro lado, redes como Gnutella e Freenet usam uma arquitetura Peer-to-Peer pura, sem nenhuma centralização de tarefas.</p>
<p>Aparentemente mal empregado, o termo Peer-to-Peer, quando usado para aplicações como o Napster, ressaltam a importância do papel exercido pelos nós da rede. Estes passam a servir como provedores de informação, e não apenas consumidores passivos; ainda que de acordo com pesquisadores do Xerox PARC, 70% dos usuários não contribuem com nenhum arquivo, enquanto 1% dos peers é responsável por 50% dos arquivos disponíveis.</p>
<p>A arquitetura completamente descentralizada do Gnutella faz com que os usuários tenham o mínimo de contato com o servidor central, o que além de promover maior escalabilidade ao sistema, serve de estratégia para evitar os problemas judiciais que terminaram com o Napster.</p>
<p>No entanto, aplicações Peer-to-Peer “puras” são raras. A maioria das arquiteturas Peer-to-Peer é híbrida, utilizando alguns elementos centralizadores na execução de tarefas cujo desempenho é crítico. Redes completamente descentralizadas já foram usadas anteriormente em aplicações de propósito específico, como a Usenet (1979) e a FidoNet (1984). Porém, as questões de desempenho induzem a uma centralização parcial das atividades em peers de maior capacidade. Outras técnicas têm sido desenvolvidas visando o aperfeiçoamento de sistemas Peer-to-Peer.</p>
<p>Plataformas e Frameworks para Aplicações Peer-to-Peer</p>
<p>Inicialmente, as aplicações Peer-to-Peer surgiram monolíticas, ou seja, o programa precisava implementar seu próprio protocolo de comunicação Peer-to-Peer para permitir a interoperabilidade entre os nós constituintes do seu sistema em rede. Porém, além de um grande re-trabalho, estes esforços em requisitos não-funcionais das aplicações implicava na impossibilidade de comunicação entre sistemas diferentes, mesmo que o serviço provido por eles fossem equivalentes. Por exemplo, arquivos compartilhados em sistemas como o Kazaa, eMule e Gnutella ficam acessíveis exclusivamente dentro de suas próprias redes, levando usuários a manterem instalados em suas máquinas clientes para cada um dos sistemas de compartilhamento de arquivos que pretenda usar.</p>
<p>Com a popularização deste tipo de aplicação, surgiu um esforço em prover plataformas para desenvolvimento de aplicações Peer-to-Peer, de tal maneira que estas possam comunicar-se entre si. Entre elas, destacam-se o JXTA, o Windows Peer-to-Peer Networking e o XNap.</p>
<p>O JXTA e o Windows Peer-to-Peer Networking são especificações de protocolos Peer-to-Peer e de uma API para utilização dos serviços, sendo o primeiro com implementações em Java e em C.</p>
<p>O XNap provê, além de uma API de serviços Peer-to-Peer, também um framework para desenvolvimento das aplicações em si, incluindo recursos de interface gráfica com o usuário. Um Framework Peer-to-Peer, portanto, vai além de uma plataforma para comunicação Peer-to-Peer, provendo serviços adicionais não necessariamente relacionados com a comunicação em si, mas indispensáveis para o desenvolvimento rápido de aplicações baseadas nesta arquitetura.</p>
<p>Outros exemplos de frameworks para desenvolvimento de aplicações Peer-to-Peer são o Oog (Duke University), o Lancaster´s P2P Framework (University of Lancaster) e o COPPEER (UFRJ), sendo os dois últimos abstrações construídas sobre o JXTA.</p>
<p><strong>Exemplos de Aplicações Peer-to-Peer</strong></p>
<p>Kademlia</p>
<p>Kademlia é conceito de rede altamente descentralizada baseada em &#8220;nós&#8221; de rede. Os próprios usuários constituem a estrutura da rede dispensando servidores. Várias redes utilizam o conceito Kademlia.</p>
<p>Overnet</p>
<p>A rede Overnet é uma espécie de eDonkey &#8220;paga&#8221; é preciso comprar o software da empresa que a desenvolveu. É uma variante do eDonkey totalmente descentralizada e mais rápida seguindo o conceito Kademlia e foi a primeira implementação da mesma</p>
<p>Gnutella</p>
<p>Rede open-source surgida no final de 2000 utilizada incialmente por usuários do sistema Linux. Possui uma estrutura altamente descentralizada não havendo mesmo nenhum servidor central sequer. Os usuários constituem a estrutura da propria rede. Entre os programas que a utilizam, estão o BearShare , LimeWire e agora o Shareaza.</p>
<p>Gnutella 2</p>
<p>Segundo projeto da rede Gnutella mas agora com servidores centrais optimizando buscas e o desempenho geral da rede. É conhecida principalmente no programa Shareaza. Recebeu críticas quando foi criada pelos criadores da Gnutella original.</p>
<p>Kad Network</p>
<p>Rede paralela do software eMule introduzida pelo autor do mesmo em 2004; é uma implementação fiel ao conceito Kademlia. Essa rede tinha por objetivo inicial, oferecer mais fontes aos usuários do programa e mais tarde se tornar uma rede P2P completa.</p>
<p>OpenFT</p>
<p>OpenFT é um protocolo desenvolvido pelo projeto giFT. O nome &#8220;OpenFT&#8221; significa &#8220;Open FastTrack&#8221;. Entretanto, o OpenFT é um protocolo completamente novo, apenas algumas poucas vieram do pouco que se sabia sobre a FastTrack quando o OpenFT foi desenvolvido. Assim como a FastTrack, o OpenFT é uma rede onde nodos enviam listas de arquivos compartilhados para outros nodos. Isso reduz o consumo de banda necessário para a pesquisa, entretanto, consumindo mais recursos do processador e mémoria nos nodos.</p>
<p>AudioGalaxy</p>
<p>Projeto antigo da empresa de mesmo nome, o Audiogalaxy centralizava todo o seu acervo indexando-o em seu site oficialmente. Foi facilmente fechada por um processo judicial na Inglaterra. Era uma implementação de FTPs sendo mais superficial ao usuário.</p>
<p>SoulSeek</p>
<p>Rede introduzida para trocas de músicas em 2000. Utiliza software de mesmo nome. Caracteriza-se pelo fato de ter um grande número de arquivos raros, e principalmente música alternativa. O software cliente tem uma interface simplificada, e permite a adição de usuários em uma hotlist, ou seja, uma lista de contatos que permite saber quando um usuário que tem arquivos relevantes está conectado à rede. Também há na rede SoulSeek um serviço de chat parecido com o IRC, que possibilita uma melhor interação entre os usuários, que também podem criar seus próprios canais de chat.</p>
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		<title>P2P / Peer-to-Peer</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 15:39:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes. Difere da arquitetura cliente/servidor, no qual alguns computadores são dedicados a servirem dados a outros. Esta definição, porém, ainda é demasiado sucinta para representar todos os significados do termo Peer-to-Peer. Conceito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O P2P ou Peer-to-Peer(Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes. Difere da arquitetura cliente/servidor, no qual alguns computadores são dedicados a servirem dados a outros. Esta definição, porém, ainda é demasiado sucinta para representar todos os significados do termo Peer-to-Peer.</p>
<p><strong>Conceito</strong></p>
<p>Geralmente, uma rede Peer-to-Peer é constituída por computadores ou outros tipos de unidades de processamento que não possuem um papel fixo de cliente ou servidor, pelo contrário, costumam ser considerados de igual nível e assumem o papel de cliente ou de servidor dependendo da transação sendo iniciada ou recebida de um outro peer da mesma rede.</p>
<p>Os nós da rede Peer-to-Peer podem diferir em termos de configuração local, capacidade de processamento, capacidade de armazenamento, largura de banda, entre outras características particulares. O primeiro uso da expressão Peer-to-Peer foi em 1984, com o desenvolvimento do projeto Advanced Peer-to-Peer Networking Architecture na IBM.</p>
<p>O termo é utilizado em diferentes tecnologias que adotam um modelo conceitual ponto-a-ponto (em Portugal, conhecido como par-a-par), tal como o protocolo NNTP (para Usenet News), SMTP (para envio de e-mail), e sistemas de troca de mensagens instantâneas (ICQ, MSN). Porém, o termo tornou-se popular com o surgimento de aplicações de compartilhamento de arquivo, em outras palavras, programas que possibilitam a distribuição de arquivos em rede, permitindo o acesso de qualquer usuário dessa rede a este recurso. Outros tipos de recursos podem ser compartilhandos em redes Peer-to-Peer, tal como capacidade de processamento de máquinas, espaço de armazenamento de arquivos, serviços de software (analogamente aos Web Services), entre outros.</p>
<p>Em 1999, Shawn Fanning criou o Napster, para compartilhamento de arquivos de música (principalmente MP3), e trouxe o conceito de Peer-to-Peer para a mídia, principalmente após tornar-se alvo de ataques jurídicos por parte das companhias fonográficas.</p>
<p>Após o Napster, dezenas de outras aplicações Peer-to-Peer foram lançadas: DreaMule, Ares, LimeWire, iMesh, WinMX, AudioGalaxy, Kazaa, Gnutella, Freenet, Shareaza, eDonkey, eMule, aMule, Bearshare, ANts P2P, entre outros.</p>
<div id="crp_related"><h2>Redes de Computadores</h2><ul><li><a href="http://www.redesbr.com/arquitetura-peer-to-peer/arquitetura-peer-to-peer.html" rel="bookmark" class="crp_title">Arquitetura Peer-to-Peer</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/p2p/requisitos-de-uma-aplicacao-peer-to-peer.html" rel="bookmark" class="crp_title">Requisitos de uma Aplicação Peer-to-Peer</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/p2p/sobre-peer-to-peer-p2p.html" rel="bookmark" class="crp_title">Sobre Peer-to-Peer / P2P</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/p2p/redes-p2p-estruturadas-e-nao-estruturadas.html" rel="bookmark" class="crp_title">Redes P2P estruturadas e não-estruturadas</a></li><li><a href="http://www.redesbr.com/p2p/plataformas-frameworks-e-aplicacoes-peer-to-peer.html" rel="bookmark" class="crp_title">Plataformas, Frameworks e Aplicações Peer-to-Peer</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Serviços Internet</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 04:00:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Correio eletrônico O conceito de enviar mensagens eletrónicas de maneira análoga ao correio tradicional foi uma das origens da Internet. Mesmo atualmente com a popularização dos serviços de mensagem instantânea, o dito e-mail ainda é importante na comunicação corporativa. A tecnologia não depende da Internet, pois mesmo e-mails internos de uma empresa podem circular limitados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Correio eletrônico</strong></p>
<p>O conceito de enviar mensagens eletrónicas de maneira análoga ao correio tradicional foi uma das origens da Internet. Mesmo atualmente com a popularização dos serviços de mensagem instantânea, o dito e-mail ainda é importante na comunicação corporativa. A tecnologia não depende da Internet, pois mesmo e-mails internos de uma empresa podem circular limitados a um servidor interno. A partir do momento que a mensagem é enviada entre dois servidores fora de uma mesma rede interna, faz-se uso da Internet como meio de transmissão.</p>
<p>Também existem sistemas para a utilização de correio eletrônico através da World Wide Web (ver esse uso abaixo), os webmails. São utilizadas páginas web para a apresentação e utilização dos protocolos envolvidos no envio e recebimento de e-mail. Diferente de um aplicativo de acesso ao e-mail instalado num computador, que só pode ser acessado localmente pelo utilizador ou através de acesso remoto (ver esse uso abaixo), o conteúdo pode ser acessado facilmente em qualquer lugar através de um sistema de autenticação pela WWW.</p>
<p><strong>World Wide Web</strong></p>
<p>Através de páginas web classificadas por motores de busca e organizadas em sítios web, milhares de pessoas possuem acesso instantâneo a uma vasta gama de informação online em hipermídia. Comparado às enciclopédias e bibliotecas tradicionais, a WWW permitiu uma extrema descentralização da informação e dos dados. Isso inclui a criação ou popularização de tecnologias como páginas pessoais, weblogs e redes sociais, no qual qualquer um com acesso a um navegador (um programa de computador para acessar a WWW) pode disponibilizar conteúdo.</p>
<p>Talvez o serviço mais utilizado e popular na Internet, por vezes o termo é frequentemente confundido com a outra. A Web vêm se mostrando uma plataforma comum no qual outros serviços da Internet estão sendo disponibilizados. Pode-se utilizá-la atualmente para usar o correio eletrônico (através de webmail), realizar colaboração (como na Wikipédia) e compartilhar arquivos (através de sítios web específicos para tal).</p>
<p><span id="more-47"></span><br />
<strong>Acesso remoto</strong><br />
A Internet permite que utilizadores de computadores conectem outros computadores facilmente, mesmo estando em localidades distantes no mundo. Esse acesso remoto pode ser feito de forma segura, com autenticação e criptografia de dados, se necessário. Uma VPN é um exemplo de rede destinada a esse propósito.</p>
<p>Isso permite novas formas de trabalho fora do ambiente comum de escritório. Seja em casa ou em uma viagem de negócios, uma pessoa pode acessar seu ambiente desktop do serviço, tendo acesso à aplicações, e-mails e outros dados.</p>
<p>O Virtual Network Computing (VNC) é um protocolo bastante usado por utilizadores domésticos para a realização de acesso remoto de computadores. Com ele é possível utilizar todas as funcionalidades de um computador a partir de outro, através de uma área de trabalho virtual. Toda a interface homem-computador realizada em um computador, como o uso do mouse e do teclado, é refletida no outro computador.</p>
<p><strong>Colaboração</strong></p>
<p>O baixo custo e grande facilidade tornaram o trabalho colaborativo e o compartilhamento de idéias pela Internet mais fácil. Sistemas de controle de versão gerenciam a colaboração entre diversas pessoas, mantendo um histórico de trabalho e evitando que esforço de um acidentalmente anule o esforço do outro.</p>
<p>O chat, rede social e mensageiro instantâneo são tecnologias que também utilizam a Internet como meio de troca de idéias e colaboração. Mesmo o correio eletrônico é tido atualmente como uma ferramenta de trabalho colaborativo. Ainda bastante usado em ambientes corporativo, vêm perdendo espaço entre utilizadores pessoais para serviços como mensagem instantânea e redes sociais devido ao dinamismo e pluralidade de opções fornecidas por esses dois.</p>
<p>Outra aplicação de colaboração na Internet são os sistemas wiki, que utilizam a World Wide Web para realizar colaboração, fornecendo ferramentas como sistema de controle de versão e autenticação de utilizadores para a edição online de documentos.</p>
<p><strong>Compartilhamento de arquivos</strong></p>
<p>Um arquivo de computador pode ser compartilhado por diversas pessoas através da Internet. Ele pode ser carregado em um servidor Web ou disponibilizado em um servidor FTP, caracterizando um único local de fonte para o conteúdo.</p>
<p>Ele também pode ser compartilhado em uma rede P2P. Nesse caso o acesso é controlado por autenticação, e uma vez disponibilizado, o arquivo é distribuído por várias máquinas, constituindo várias fontes para um mesmo arquivo. Mesmo que o autor original do arquivo já não o disponibilize, outras pessoas da rede que já obtiveram o arquivo podem disponibilizar. A partir do momento que a media é publicada, perde-se o controle sobre ela. Os compartilhadores de arquivo através de redes descentralizadas como o P2P são constantemente alvo de críticas devido a sua utilização como meio de pirataria digital, originalmente com o famoso caso Napster. Tais redes acabaram evoluindo com o tempo para uma maior descentralização, o que significa uma maior obscuridade em relação ao conteúdo que está trafegando.</p>
<p><strong>Transmissão de media</strong></p>
<p>Vários canais de televisão na Internet oferecem transmissão de áudio e vídeo em tempo real. Outras tecnologias como o podcast permite a disponibilização de arquivos de áudio, de forma análoga à blogs. Com o popularização de webcams, é possível para qualquer pessoa tornar-se um fornecedor de conteúdo de áudio e vídeo pela Internet em tempo real.</p>
<p>A Voz sobre IP é um protocolo de Internet para a comunicação por áudio bastante conveniente e fácil de ser utilizado. Essa tecnologia está amadurecendo como um alternativa a telefones convencionais. Diversos mensageiros instantâneos contam com essa tecnologia como alternativa às mensagens de texto na comunicação.</p>
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